The mtdna control region of the barba-ruça shrimp artemesia longinaris (decapoda:penaeidae) and Its potential use as a marker for population analysis

O camarão Artemesia longinaris é endêmico do Atlântico Sudoeste, sendo explorado comercialmente desde a Argentina (Puerto Rawson – 21o37’S) até o Sudeste do Brasil (Rio de Janeiro – 43o00’S). Marcadores moleculares, tais como a região controle do mtDNA (RC), tem sido usados para elucidar a estrutura...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Dumont, Luiz Felipe Cestari, Gyu-Lin, Hwang, Maclean, Norman
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/505
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/505
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Artemesia longinaris
Control region
Population structure
Mtdna
Stock
Região controle
Estrutura populacional
Identificação de estoque
Descripción
Sumario:O camarão Artemesia longinaris é endêmico do Atlântico Sudoeste, sendo explorado comercialmente desde a Argentina (Puerto Rawson – 21o37’S) até o Sudeste do Brasil (Rio de Janeiro – 43o00’S). Marcadores moleculares, tais como a região controle do mtDNA (RC), tem sido usados para elucidar a estrutura filogeográfica de camarões peneídeos ao redor do mundo. A região controle do mtDNA foi testada como marcador molecular para estudos populacionais, na intenção de desenvolver um novo conjunto de primers para amplificar essa região. Os primers foram posicionados nos genes flanqueando a região controle, que apresentaram a mesma ordem reportada para outros peneídeos (12S no extremo 5’ e tRNAIle3 no extremo 3’). A RC de A. longinaris apresentou um tamanho de 990 pb, incluindo duas regiões hipervariáveis nos extremos 5’ e 3, com uma região central menos polimórfica. Adicionalmente, um primer interno, desenhado para amplificar aproximadamente 800 pb, da extremidade 5’ da região controle, incluindo a região hipervariável I, foi desenvolvido para estudos de estrutura populacional. A comparação das seqüências da região controle com as da COI demonstrou que a primeira apresenta maior grau de polimorfismo. A diversidade nucleotídica estimada para a região controle foi baixa (_=0,017) e a diversidade haplotípica alta (Hd=0,92), mas ambas caem dentro do limite sugerido para a família. Valores preliminares de Fst sugerem que populações habitando os extremos da distribuição apresentam menor intercâmbio genético. Em resumo, o trabalho confirma a utilidade da região hipervariável I, incluída na região controle, como um marcador molecular para resolver a estrutura das populações de A. longinaris.